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Fernando Baéz, um guerreiro contra a destruição cultural

Hoy leímos la nota de la investigadora Elaine Tavares del Instituto de Estudos Latino-americanos de la Universidade Federal de Santa Catarina en Brasil. Revisá la nota: Fernando Báez nasceu em San Felix de Guayana, Venezuela, e desde muito cedo começou a se interessar pela filosofia grega, especialmente Aristóteles. Depois, descobriu Averróis, o filósofo árabe que introduziu Aristóteles na Europa, via Granada. Formou-se em Educação, mas a filosofia continuou correndo rápida pelas veias. Em 1991 escreveu Reflexiones, um livro de ensaios, em 1993 foi a vez de fazer vir à luz os seus poemas no livro Alejado. Em 2000, lançou outro livro sobre o manuscrito bizantino, Tractatus Coislinianus, iniciando seu mergulho no mundo árabe. Desde aí, Fernando Báez manteve constante interesse na poesia, filosofia árabe, censura antiga e contemporânea, escritura e na conexão do patrimônio cultural com a memória étnica. Em 2002 Báez publicou uma coleção de ensaios sobre a censura, La ortodoxia de los her

Báez entrevistado en Brasil

Diario da Nordeste La traducción del libro en Brasil ha tenido buena prensa,  la    "História da destruição cultural da América Latina" se ha convertido en un éxito por el respaldo de los lectores. Podés leer en este enlace: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=849601 Para

Ediouro lanza en Brasil "A história da destruição cultural da América Latina"

En una nota que que si te gusta a vos te da los datos de la promoción en Brasil del libro de Fernando Báez para este mes de septiembre: Ladrões saqueiam diariamente a cultura das Américas por Kelly de Souza Há poucos países no mundo com uma riqueza cultural e arqueológica tão expressiva quanto o México. O INAH (Instituto Nacional de Arqueologia e História) registra que no país existe perto de 50 mil locais arqueológicos cadastrados, sendo que somente 176 estão abertos à visitação pública. Boa notícia? Não. Se por um lado há essa riqueza milenar, por outro existe uma das maiores roubalheiras culturais do planeta. Uma vergonha para qualquer civilização minimamente organizada. O jornal mexicano El Universal, na edição do dia 23, mostra que quase metade desses 50 mil locais já foi vítima de furtos, numa média de 20 a 30 saques por dia. Fernando Báez, poeta, ensaísta, doutor em biblioteconomia e autor de História Universal da Destruição dos Livros (2006) e História da Destruição

História da destruição de livros

En Brasil sigue la lectura de la obra de este escritor venezolano, de quien Ediouro acaba de publicar en portugués El saqueo cultural de América Latina Lean la nota más reciente: PARA QUEM GOSTA DE LER I por: José Luiz Foureaux de Souza Júnior , em Literatura no dia 02/09/2010 O que dizer de um livro que conta uma história da destruição de livros? Enlouqueceu o autor, poderia ser dito… mas não. Ele não enlouqueceu! Disse “uma” história, porque, na verdade, esta não precisa ser, necessariamente “a” História, sobre esse assunto. Debate longo, sinuoso, que, aqui, não vai levar ninguém a lugar nenhum. O que interessa é despertar o interesse pela leitura de um livro que parece desejar a morte da leitura, denunciando os processos – às vezes grosseiros, às vezes sofisticados – de destruição dos livros. Assunto polêmico, no máximo; instigante, no mínimo. O autor passou 12 anos estudando, viajando, pesquisando. Fez um trabalho de paleontólogo. Ele é venezuelano. Seu nome: Fernando Báez.